Nome, coleção, número e idioma.
É o que amarra o relatório àquela carta e não a outra. Só o nome é obrigatório — o resto você preenche se souber, e some no documento final do jeito que digitou.
Oito capturas guiadas, assinadas no seu aparelho e carimbadas com hora oficial. O resultado é um arquivo que a outra pessoa consegue conferir — e que ninguém, nem você, consegue alterar depois.

Sem registro, isso é palavra contra palavra — e quem perde é sempre quem não consegue provar. Uma foto solta não diz quando foi tirada, nem que não foi trocada depois.
É o que amarra o relatório àquela carta e não a outra. Só o nome é obrigatório — o resto você preenche se souber, e some no documento final do jeito que digitou.
Cada etapa mostra a moldura do enquadramento certo na tela. Na revisão, as oito aparecem com data, formato, resolução e a impressão digital de cada arquivo — e qualquer uma pode ser refeita antes de você concluir.
O app busca um horário oficial assinado, marca as fotos, gera o manifesto e assina tudo com a chave deste aparelho. Depois é só enviar o pacote por WhatsApp, e-mail ou Drive para quem precisa conferir.
Estas capturas saem do próprio código do app, renderizadas a cada versão. Não são montagens feitas para a página: é literalmente o que aparece no seu celular.
Arraste para o lado






Oito arquivos, tirados pelo próprio app, sem passar pela galeria.
Cada arquivo vira um número único. Um pixel diferente produz outro número.
O conjunto é assinado por uma chave que existe só no seu celular e não sai dele.
Um serviço independente assina o horário. Não é o relógio do seu celular, que você poderia mudar.
Trocar uma foto depois quebra a assinatura, e isso aparece. A assinatura cobre a impressão digital de cada imagem e o horário, e o PDF reproduz as duas. Para conferir byte a byte, quem recebeu pede a você os arquivos de verificação — você os salva no app e entrega a quem precisar, em vez de mandá-los junto com todo relatório.
Um app que promete demais vira reclamação. Estes três limites são reais, estão escritos dentro do app, e é melhor você lê-los aqui do que descobrir na hora errada.
Ele registra o que a câmera viu. Não diz se a carta é original ou falsificada.
Não é grading e não substitui um. Não sai NM, LP ou nota de 1 a 10 — sai o registro, e quem olha tira a própria conclusão.
Prova o estado dela naquele momento, naquele aparelho. O que foi para o envelope depois está fora do alcance de qualquer app.

Não. O pacote é um conjunto de arquivos comuns — as fotos, o vídeo e um PDF. Abre em qualquer aparelho. O app só é necessário para produzir o relatório, não para lê-lo. Os arquivos de verificação, que permitem conferir a assinatura byte a byte, não vão no pacote: quem precisar deles pede a você.
Dá para revogar um relatório já enviado, e a revogação fica registrada. Mas o app é honesto sobre o alcance disso: quem já baixou o arquivo continua com ele. Revogar sinaliza, não apaga o que já saiu.
Porque os defeitos que geram discussão não aparecem de frente. Whitening vive na borda e no canto; risco e ondulação só aparecem com a luz batendo de lado, que é o que as duas inclinações e o vídeo da superfície existem para pegar.
Para capturar, não. Para finalizar, sim — é o momento em que o app pede o horário assinado ao serviço independente. Esse pedido não leva nenhum dado do relatório: ele pede uma hora e recebe uma hora assinada de volta.
Serve como registro verificável do estado da carta em uma data — que é bem mais do que uma foto no rolo da câmera. Como cada plataforma decide as próprias disputas, não prometemos resultado: prometemos que o registro não pode ser adulterado sem aparecer.
Instale, faça o primeiro relatório e mande para a pessoa do outro lado. Se ela conseguir conferir sozinha que as fotos são aquelas e que a data é aquela, o app fez o trabalho dele.
O plano gratuito mantém dois relatórios ativos ao mesmo tempo, com as oito capturas, a assinatura e a hora carimbada completas — não é versão reduzida. O plano pago aumenta os limites.